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terça-feira, 26 de abril de 2011

aula de 5/05: guião de leitura de Rosa, "Questões em Tradução Audiovisual"; 2009

1. Quais as diferenças fundamentais, ao nível da apresentação de TP e TC, entre legendagem, dobragem, sonorização e narração?

2. Qual a quantidade, em média, de linhas, caracteres, e tempo de exposição de uma legenda?

3. Em que casos pode a legendagem servir a tradução intralinguística?

4. Para que serve o "time code"?

5. Comente as principais alterações nas etapas de tradução audiovisual, que vieram a ocorrer com a difusão de novos suportes e tecnologias.

6. Quais as estratégias usadas para a condensação em legendagem e porque é esta necessária?

7. Considera que um tradutor audiovisual é um tradutor técnico? Justifique.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Aula de 07/04: Tradução num Mundo Digital

Guião 1, primeira parte (Rui Costa e Ricardo Boavista):

1. O que é a localização web?

2. Que novas possibilidades oferecem à tradução os suportes digitais?

3. Comente a frase: “language continues to be a principal obstacle to full globalization”

4. Escolha três termos do glossário oferecido pelos autores, investigue um pouco mais sobre eles, e especule sobre as suas implicações para a actividade de tradução.
 

Guião 2, segunda parte (Yona Silva e Marta Ferreira)


1. Defina o que é o modo CMC e McEnglish:

2. Procure explicar sucintamente as alterações de paradigma previstas no quadro 9.1., ou expresse as suas dividas relativamente às que não percebe.

3. Por que razão se prevê, no futuro digital da tradução para os média, uma crescente mistura dos conceitos de tradução e interpretação?

4. Em que é que o trabalho de um teletradutor difere do de um “tradutor da velha escola”?

sábado, 5 de março de 2011

Aula 24/03: Tradução e Jornalismo, Bassnett 2009

Grupo 1
1. Qual a divisão de trabalho de jornalistas globais e jornalistas locais nas agências noticiosas? Que propósitos serve esta estrutura dualista? Em que consite a figura do tradutor local?

2.  O que se pode subentender acerca do trabalho de um correspondente internacional pelo título da autobiografia do jornalista Eward Behr, Anyone Here Been Raped and Speaks English?

3. Que características distinguem a tradução de notícias de outros tipos de tradução?

4. Que realidade(s) abrange o conceito de transedição?

5. Comente o problema da autoria no texto noticioso.

Grupo 2
1. Quais as mudanças mais significativas na tradução noticiosa e quais os dois critérios relacionados que se lhe associam?

2. Comente o problema da fidelidade e da equivalência na tradução de notícias.

3. Qual a relação entre géneros de texto jornalístico e as estratégias ou normas que os podem condicionar?

4. Explicite o "método da pirâmide invertida" na redacção do texto noticioso e as opções estilísticas que lhe estão associadas.

5. Como se explica a invisibilidade da tradução na transmissão de notícias?

Aula de 17/03: Guião de Leitura - Patricia Odber de Baubeta, 1995

1. O texto de partida em inglês apresentado neste artigo pode ser considerado um original? Justifique.

2. Comente a tradução do subtítulo do anúncio, à luz das estratégias de tradução discutidas por Chesterman (e Wagner), 2002.

3. Liste quatro diferenças genéricas entre inglês e espanhol (castelhano) apresentadas neste artigo, procure categorizá-las enquanto "sintácticas", "semânticas" e/ou "pragmáticas", e comente a sua aplicabilidade ao português.

4. Comente o uso conotativo da linguagem no passo do anúncio "By bringing you the past, present and future, in one watch, Seiko technology foretells a promising new ear of explorarion" e na sua respectiva tradução.

5. Julga que a opção pela forma de tratamento informal de 2ª pessoa "tú", na tradução espanhola, é a mais apropriada? Comente

6. Apresente uma tradução do anúncio para português.

Aula 10/03: Normas de Tradução (Baker, 1998)

1. Quais os princípios norteadores dos Estudos Descritivos de Tradução (DTS - Descriptive Translation Studies)?

2.  Qual a posição relativa das "normas" de Gideon Toury relativamente à "competência" (competence) e ao "desempenho" (performance) linguísticos?

3.  Distinga norma inicial de normas preliminares.

4.  Defina os tipos de normas operacionais.

Aula 10/03: Universais de Tradução (Laviosa, 1998)

1. Quais são os universais de tradução?

2. A simplificação pode ocorrer ao nível lexical, sintático e estilístico. Explique, por parlavras suas, os seis princípios de simplificação ao nível léxico-semântico, diga quais as tendências mais verificáveis ao nível sintáctico, e mencione a norma mais persistente ao nível estilístico.

3. O conceito de explicitação de que parte Baker é absolutamente coincidente com o que vimos anteriormente no texto de Chesterman e Wagner? Justifique.

4. Explique a "lei da padronização crescente" (law of growing standardization)

5. De que factores depende a lei da interferência?

6. Dê um exemplo de diferente distribuição dos elementos da língua de chegada no discurso traduzido do inglês para português.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Aula 24/02: Toury, 1986 - mais um pré-guião de leitura detalhada do que um guião...

1. Qual a perspectiva sócio-cultural que subjaz à acepção de "semiótica da cultura"?

2. Segundo o Autor, qual o aspecto distintivo do processo de tradução enquanto actividade semiótica?

3. Procure definir os termos "entidade semiótica" e "sistema semiótico", se necessário recorrendo a exemplos.

4. O Autor decompõe "tradução" como uma noção susceptível de se decompor em três termos básicos de operação e análise: o processo de tradução (translating), o produto traduzido (translation) e a traduzibilidade ou potencial de transferência (translatability). Propõe-se que os dois grupos, A e B, encarregues de tratar este texto, contribuam para elaborar um guião de ajuda à leitura dos colegas, isolando os tópicos e subtópicos tratados pelo Autor relativamente a cada um destes termos. O grupo A abordará o processo tradutório / actividade de traduzir (translating), esquematizando os aspectos que lhe são imputados, da p. 1128 à 1134. O grupo B abordará a tradução como produto ou facto (translation) e as condições de traduzibilidade, esquematizando os pontos relevantes compreendidos por estes termos, da p. 1134 à 1138.

Grupo A
- relativamente à actividade tradutória: são apresentadas duas tipologias de actividade tradutória, de Yakobson e de Toury. Que elementos contemplam? Qual a novidade introduzida por Toury?
- relativamente ao processo tradutório: quais as etapas contempladas por Toury?

- quais os critérios enunciados para uma tipologia do processo tradutório?

Grupo B
- quais as condições necessárias para considerar um texto como uma tradução?
- o que é uma pseudo-tradução?
- o que distingue a tradução (enquanto produto) do processo de traduzir?
- quais as "leis" da traduzibilidade?
- o A. aponta duas normas fundamentais em termos de "equivalência" em tradução. Quais são?

5. Ambos os grupos deverão assinalar partes, afirmações ou expressões que julguem incompreensíveis, transcrevendo-as, especulando sobre o seu sentido ou a sua aplicabilidade, e/ou indicando o que nelas parece problemático.

Aula 22/02: Guião de Leitura de Christiane Nord, 1991

1. Quais os modelos de processo de tradução discriminados  pela autora e em que se distinguem?

2. Em que fase do processo tradutório é que o tradutor determina as suas estratégias?

3. A autora refere-se ao "escopo da tradução" (translation skopos) e ao "escopo do texto de chegada" (TT skopos). Como o pode definir? (encontra mais info na entrada "skopos theory" da Routledge Encyclopedia of Translation Studies de 1998, da autoria de Christina Schaffner, aqui reproduzida)

4. Justifique a seguinte frase: "It therefore seems contradictory to maintain that the translator can be both ST recipent and TT sender at one and the same time." (p. 32 - 50 do caderno de textos de apoio)

5. Esclareça o sentido do seguinte passo, ilustrando com exemplos: "text function is established in and by the communicative situation, and this applies to both the source and the target text. Accordingly, there is no such thing as a source text with a text-immanent function. Rather, we have to assume a greater or smaller variety of different ST versions each with a different function." (p. 32 - 59 do caderno de textos de apoio) 

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Aula de 17/02: Chesterman e Williams, "Relations Between Variables", 2002


1. O que é uma variável? Dê um exemplo de variável em tradução.

2. Que relações podem existir entre variáveis?

3. Que variáveis textuais são contempladas por Chesterman e Williams?

4. Quais as variáveis contextuais previstas pelos autores?

5. Consulte a página 55 do Caderno de Textos de Apoio onde encontra uma síntese de Alexandra Assis Rosa das variáveis contextuais identificadas por Christiane Nord em tradução. É possível enquadrá-las todas na tipologia de Chesterman e Williams? Quais as sobreposições e quais os acréscimos?

6. Encontre um ponto de controvérsia ou crítica nas propostas de Chesterman e Williams.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Aula 15/02: Guião de Leitura para Hatim, 1998 e para Gouveia, 2006

1. O que é, em termos linguísticos, a pragmática? Que relevância pensa que pode ter essa área para a tradução?

2. Distinga entre actos de fala locutórios, ilocutórios e perlocutórios  (Hatim 1998)?

3. Explique, por palavras suas, cada um dos actos ilocutórios listados por Gouveia 2006 (excepto "declarações assertivas") e exemplifique, sempre que possível, com uma mensagem de média, especificando o canal em que podia ser utilizada.

4. O que é a "implicatura" e qual a relação deste conceito com as máximas definidas pelo "Princípio de Cooperação" de Grice? (Hatim 1998)

Aula 15/02: Guião de Leitura para Jakobson, 1960 (p. 66-71)

1. Redija uma breve definição descritiva (máx. 2 linhas) para cada um dos factores constitutivos da comunicação verbal, segundo o Autor.

2. Desses factores, qual/quais lhe parece(m) mais relevantes para a tradução para os média? Porquê?

3. Redija uma breve definição descritiva (máx. 2 linhas) para cada uma das 6 funções de linguagem discrimadas pelo Autor, sem esquecer de referir qual o factor constitutivo da comunicação verbal a que correspondem.

4. O Autor refere mais alguma função de linguagem além das seis principais? Qual/quais? Como se define(m)?

5. Quais os dois modos básicos de organização do discurso verbal, segundo o Autor, e como operam?

6. Encontre um ponto deste ensaio que lhe mereça uma crítica ou contra-argumentação.

Aula de 10/02: Guião de Leitura para Rosa, 2006

Ensaio "Tradução para os Média na FLUL", da mesma autora, em português, aqui

1. Qual lhe parece ser a auto-percepção da língua portuguesa, face aos números relativos de produtos traduzidos e em língua nativa nos média em Portugal?

2. Cinema, Televisão, Vídeos, Livros, Teatro - agrupe, por ordem decrescente, os canais mais dependentes de tradução.

3. Relativamente aos canais em que nos são apresentados dados de vários anos, qual lhe parece ser a tendência relativamente à oferta de produtos traduzidos nos media em Portugal (a resposta só se encontra no ensaio dos Cadernos de Texto de Apoio ou em versão pdf)

4. Refira quais os conteúdos programáticos do programa de Tradução para os Média na FLUL que considera mais relevantes, tendo em conta que este ano não haverá módulo de "Tradução para Ópera", mas em contrapartida se contemplam os tópicos de "Tradução e Publicidade" e "Tradução em Ambientes Digitais / Net".

Aula de 10/02: Guião de Leitura de Gambier e Gottlieb, 2001

1. Porquê o título com uso de parêntesis em (Multi)media Translation?

2. Quais os principais meios e suportes de transmissão referidos para este tipo específico de tradução?

3. Sublinhe os termos que lhe pareçam "jargão" desta disciplina.